Não se trata apenas de fazer livros circularem, mas equalizar espécies, fomentar acessos, respeitar culturas. Sim, não é leitura apenas o best seller mercadologicamente imbatível, como também a leitura que retrata a cultura, o costume a vivência de uma comunidade, qualquer que seja a sua temátia ou seu formato. Antes, muito antes do surgimento do termo bibliodiversidade, há o universo da diversidade cultural. E aquele, nada mais é, do que a aplicação deste entendimento no foco editorial. Não é à toa que um dos primeiros objetivos da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais é proteger e promover a diversidade das expressões culturais.
O Dia 21 de Setembro foi marcado como o Dia Mundial da Bibliodiversidade
E a nós, qual papel nos cabe nisso tudo?


